Plantar uma Árvore, Ter um Filho e Escrever um Livro

Dizem que, para uma vida completa, é preciso plantar uma árvore, ter um filho e escrever um livro. Um ditado bem bacana. — Mas, vamos além do óbvio?

Plantar uma árvore é cuidar do futuro — garantir sombra e fruto para quem vem depois. Ter um filho é dar continuidade à história, a espécie e aos valores de família. Já escrever um livro é outra coisa: é a única das três formas de transformar a vida das pessoas, da humanidade (tão em voga em tempos de IA). É pegar tudo o que aprendemos, nossas dores e vitórias, e transformar em um guia para que outras pessoas não precisem começar do zero

Na psicologia, a árvore representa o arquétipo do Self (o Si-mesmo), que simboliza a totalidade do ser humano, o desenvolvimento da personalidade e a busca pela autorrealização.

Plantar uma Árvore, Ter um Filho e Escrever um Livro - Árvore gerada por "IA Gemini"
Plantar uma Árvore, Ter um Filho e Escrever um Livro – Árvore gerada por “IA Gemini”

As duas primeiras (árvore e filho) deixamos por sua conta e risco. A terceira, no entanto, é processo da criação de um livro — e é sobre isso que este artigo é: como usar tecnologia e método para escrever e terminar uma obra sem se sobrecarregar, sem vender a alma para os algoritmos e sem esperar virar best-seller para que a obra valha a pena.

ÍNDICE

Best-seller não é sinônimo de livro que muda vidas

Não estamos aqui para ensinar você a escrever, nem o que escrever. A nossa proposta é mostrar como transformar experiência em processo editorial, ou tecnologia editorial como gostamos de dizer aqui na Guidez — porque os livros que realmente mudam alguém raramente são os mais vendidos. São os que quase ninguém comenta em rede social, os que não têm capa bonitinha nem final feliz de historinha para boi dormir, mas que fazem sentido para a vida de quem precisava exatamente daquela mensagem, daquele conteúdo naquele momento.

Isso vale para qualquer obra — não só para livro. Foi assim comigo (Sergio Lemos Barbosa, Autor) quando, no meio de uma separação complicada e conturbada, decidimos que eu ficaria com os dois filhos mais novos dos cinco (incluindo do primeiro casamento). Criar uma filha ainda bem pequena muda tudo. E foram os livros meus melhores companheiros nesse período: deixava a dupla na escola e sentava para ler.

Da leitura passiva à leitura ativa

Só que ler não bastava. Tive que abandonar a leitura passiva e mergulhar na leitura ativa: anotar, buscar vídeo sobre o assunto, me aprofundar, fazer curso para ser o melhor pai (e Pãe) possível. Tive que sair do lugar comum e me reinventar para dar conta do recado — inclusive fechar uma loja de informática (fonte de sustento) e encarar os desafios financeiros que vieram junto.

E foi assim, tentando organizar o que estava aprendendo e como estava aplicando, que comecei a escrever — até fundar uma editora, a Guidez – Editora e Consultoria.

Chega de historinha de era uma vez

Já estamos fartos de narrativas rasas que só entretêm: aquelas que deixam a gente mais disperso, mais alienado, mais robotizado, sempre voltando para a mesma roda-viva sem sair do lugar (a boa e velha zona de conforto e zona de segurança). O oposto disso é o Livro Evolutivo — a obra que tira você para pensar, que faz você querer escrever, prestar atenção, ponderar sobre a própria vida. Foram esses os três primeiros livros que escrevi: uma trilogia de evolução pessoal.

Acesse a Trilogia da Autoevolução

Uma obra sobre a “Evolução Pessoal ao alcance de todos”: CLIQUE AQUI

A evolução por trás disso é simples: alguém já passou pelo que estamos passando. Essa pessoa que passou por isso teve uma experiência e deixou registrado — um livro, um vídeo, um artigo — para que não cometêssemos os mesmos erros. É isso que ensino às cinco “consciências” que tive o prazer de vir a este mundo como pai.

Se eu, com essa batalha ímpar, consegui transformar meu problema em livro, você também consegue.

Ah, estava me esquecendo, foi nessa fase que um livro, dentre tantos outros, sobre “Receita Previsível” (com workbook e tudo mais) virou ferramenta de sobrevivência, não leitura de lazer.

O processo de escrever um livro em 10 passos

Antes de escrever qualquer coisa — um comentário, um post, um artigo ou um livro (que exige um sistema de produção bem mais estruturado) — existe uma etapa anterior a todas: ponderar.

→ TEMOS ATÉ UM LIVRO SOBRE O ASSUNTO: 3. PONDERAÇÃO – Sinta-se Bem, Não Brigue e Aja com Inspiração

Vivemos em excesso de informação. Infobesidade (sobrecarga de informações que excede a capacidade de processamento do cérebro). E filtrar o que vale a pena — o que ajuda, resolve problema, transforma — é decisão prévia a qualquer planejamento. A pergunta que faço antes de começar é sempre a mesma: vale a pena colocar isso no mundo? Se a resposta é sim e o alcance é maior que uma linha em rede social, a resposta certa é um livro.

A partir daí, o processo editorial de não-ficção segue 10 etapas:

1. Planejamento — Escopo editorial, público-alvo e extensão prevista definidos.

2. Pesquisa — Levantamento e organização do material-base.

3. Arquitetura — A lógica interna da obra: capítulos, miolo, progressão e fluxo de leitura.

4. Produção — Escrita do manuscrito, partes e capítulos, dentro da arquitetura definida.

5. Revisão — Duas fases: revisão técnica/editorial de conteúdo (o argumento se sustenta?) seguida de revisão textual (gramática, estilo, fluidez).

6. Diagramação — O conteúdo revisado vira objeto no formato final: miolo para impressão ou EPUB/MOBI/PDF para e-book.

7. Edição — Verificação do material já no formato final, feita por outro profissional e/ou pelo restante da equipe editorial. Aqui podem entrar os leitores beta, quem vai escrever a introdução, a prova gráfica (a “boneca” impressa) ou a prova em leitor real, como Kindle/Kobo/e-Reader.

8. Publicação — Liberação para gráfica/impressão ou disponibilização nas plataformas digitais.

9. Distribuição — O material chega onde o público está: livrarias, distribuidoras, marketplace, lojas virtuais.

10. Atualização — Nova edição, nova versão — garantindo que o conteúdo continue correto e relevante depois da publicação.

— Se você tem uma história, tem experiência/conhecimento você tem um livro!

Quer criar uma obra que leve outras pessoas para o próximo nível? Esse é o momento de tirar esse peso das costas e colocá-lo a disposição do público. Simples assim — e a Guidez existe justamente para caminhar ao seu lado nesse processo.

Chega de historinha de era uma vez. Vamos criar algo que faça a vida valer a pena.

Quer se aprofundar? Confira também nosso artigo completo: “Os 10 Processos na Escrita de Livro de Não-Ficção”. {EM BREVE}

Assine nossa newsletter no LinkedIN🔗 e acompanhe cada nova edição!


Perguntas Frequentes sobre Plantar uma Árvore, Ter um Filho e Escrever um Livro

Por que um filho, um livro e uma árvore eternizam uma pessoa?

Cada um estende sua existência por um caminho diferente: o filho carrega nosso legado, a árvore devolve algo ao ambiente. O livro entrega nossa experiência para a humanidade. Por isso é o único que depende só de você.

Fazer um filho, plantar uma árvore e escrever um livro: precisa ser nessa ordem?

Não. A ordem não muda o resultado — o que importa é a intenção por trás de cada ato, não a cronologia. O ditado não é checklist, é convite para reflexão.

Qual é a frase sobre plantar uma árvore e escrever um livro?

Plantar uma árvore, ter um filho e escrever um livro“: três coisas que toda pessoa deveria fazer na vida. Escrever um livro, qualquer pessoa com experiência pode transformar em um processo, com método, sem precisar esperar inspiração, sorte ou necessitar de outros elementos como a árvore e um filho.

Quais são as três coisas que uma pessoa deve fazer na vida?

Plantar uma árvore, ter um filho e escrever um livro — frase popularmente conhecida. Não é regra literal: muita gente por aí nunca fez essas três coisas.

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Carrinho de compras
plugins premium WordPress
Rolar para cima